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Stella Barros Turismo e Cuor Di Crema criam ação de verão

Degustação de gelatos ocorrerá entre os dias 28 e 31 de janeiro

São Paulo, 28 de janeiro de 2019-  A Stella Barros Turismo, tradicional marca que atua no setor de viagens há mais de 50 anos, e a Cuor di Crema, empresa que desde 2012 fabrica sorvetes respeitando as tradições e os processos das legitimas gelaterias artesanais italianas, organizam uma campanha de verão, entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2019.

Jornalistas, profissionais de turismo e clientes poderão degustar a extensa lista de sabores de gelatos- 100% naturais, sem adição de aromatizantes, corantes e conservantes- na sede da Stella Barros, em São Paulo, na Avenida Brasil, 299.

“Trata-se de uma ação que combina dois prazeres: comer e viajar. Nossa empresa propicia momentos inesquecíveis nas viagens de nossos clientes. Neste verão, antecipamos as experiências já no momento da consulta aos destinos.  Somos reconhecidos pela qualidade dos serviços, tradição, segurança mas também pela relação de carinho e confiança com os viajantes. Nada mais natural que pensar neste tipo de parceria” explica Marcelo Barone, gerente comercial da Stella Barros Turismo.

As degustações, gratuitas,  acontecerão entre meio dia e 17 horas. Neste mesmo período a Stella Barros apresentará aos visitantes o Poupa Férias, um serviço financeiro em que o cliente pode criar uma poupança para viagens em 36 meses.

Serviço:
Degustações de Verão
Stella Barros Turismo
Data : de 28 a 31 de janeiro de 2019
Horário: das 12 às 17h
Local: Avenida Brasil, 299. Jardim América- São Paulo
Evento gratuito

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Quem tem medo do Lobo?

Na última semana uma carta aberta a Guilherme Paulus gerou muita discussão, debates e chororô nas redes sociais.

Nela, a autora, profissional e acadêmica que muito admiro, levanta algumas questões que há muito retratam a situação lamentável em que indústria turística brasileira se encontra. Aliás sempre esteve.

E é aí que mora o problema. Muitos dos pontos corajosamente e brilhantemente levantados não são decorrentes do estilo arrojado, impetuoso e até agressivo com que o fundador da CVC conduz os negócios. Os dramas antecedem o protagonismo que a operadora assumiu nos últimos anos.

Parênteses. Quando falo de agressividade, não se trata de um defeito, mas de uma qualidade. Almocei três vezes com Guilherme, quando diretor adjunto na Atout France. Para ele organizamos uma cerimônia na Residência Oficial da França onde recebeu condecoração pelos serviços prestados ao turismo francês. As boas maneiras, seu cavalheirismo e tom de voz suave que sempre exibiu contrastam com seu estilo guerreiro de conquistar mercados.

Dito isso, volto a carta aberta. Desde que comecei a trabalhar no turismo, a remuneração sempre foi ruim quando comparada a outros setores. Na minha turma da FGV, fui o único a atuar no setor, porque turismo sempre foi visto como lazer e, portanto, seus funcionários poderiam ganhar menos, porque não trabalham, se divertiam viajando pelo mundo. Uma compreensão errada e trágica. Não à toa muita gente que começou comigo há 25 anos no trade hoje está feliz com bônus e benefícios que recebem por atuarem no segmento farmacêutico, de cosméticos, TI e telecomunicações. E pagando suas viagens do próprio bolso-recheado, com a família, a lazer, segundo seus desejos.

Já a baixa procura pelos cursos de turismo não é apenas culpa da remuneração pífia, característica do setor. É fruto, ao meu ver, de uma lei simples e velha, a do mercado. Muitos cursos não fazem mais sentido da maneira como se apresentam.

Em recente conversa com grandes nomes do ensino, que dirigem reputadas instituições, ouvi várias vezes que mais da metade dos cursos que hoje existem não mais terão lugar em um futuro próximo, da mesma maneira que várias profissões que nem imaginamos como serão as profissões mais bem-sucedidas em 2050.

Cursos como Administração, Turismo, Relações Públicas, Jornalismo precisam se reinventar urgentemente. E seus alunos, repensarem suas posturas.  No caso do turismo, é inadmissível que profissionais de turismo não falem fluentemente, insisto fluentemente, inglês e espanhol. Ou que não dominem tecnologia e geografia. Deparei-me com muitos bacharelandos em turismo que corriam para o Google para saber onde se situa Katmandu, Ajaccio e Austin. E que se expressavam de maneira sofrível no idioma de Harry Potter, acreditando que ter um perfil no Instagram ou Facebook os tornavam digitais.

Prosseguindo ainda na defesa de Paulus, que nem precisa do meu artigo, ninguém pode obrigar um hotel a aceitar reservas a tarifas baixíssimas propostas por operadoras. Presenciei várias negociações tensas de DMC’s e hotéis que se recusaram a receber o imenso volume de hóspedes da CVC porque fizeram bem as contas e perceberam que a lucratividade é muito baixa. Muitos hotéis o fazem porque não investem em distribuição e promoção.

No passado vi muitas agências desprezando promotores de companhias aéreas. Passado um tempo, as comissões foram extintas e as vendas, assim como acontece com os hotéis, passaram para as OTA’s e para os sites das próprias companhias. E hoje não me canso de ver amigos agentes implorando pela ajuda dos aeroviários.

E não apenas as agências que sofreram com as mudanças dos tempos. Os taxistas com a Uber e Cabify, assim como os hotéis com a Airbnb veem suas realidades derreterem. E que não se iludam essas novas companhias achando que as coroas oferecidas são eternas. Dentro de anos serão também substituídos por novos modelos de negócios.

Não existe vilão no mercado, exceto os que roubam ou humilham. Mas existe muito cordeiro, que ainda não aprendeu que tudo é provisório porque a vida e os negócios são dinâmicos.

Precisamos enfrentar de frente, com gosto a concorrência e os desafios. Essa postura nos torna vivos. Ética, inovação, coragem e agressividade comercial nunca são em demasia.

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Festival das Cores na India

Festival Internacional de Yoga, 1 – 7 de março de 2017, Rishikesh

Visite Rishikesh, a capital de Yoga na India, para participar do maior evento de Yoga. O festival começa no Paramartha Niketan, e termina no rio sagrado Ganga. Muitos estudiosos renomados de Yoga participarão deste evento em painéis com uma discussão especial dos benefícios da Yoga na vida. Notáveis praticantes de Yoga já participaram desse festival, como: Swami Chidanand Saraswati, Shankaracharya Swami Divyanand Teerth, Swami M.M. Asanganandji, Swami Avdheshanand Giri, Pranav Pandya, etc.

Parippally Gajamela, 5 de março de 2017, distrito de Kollam, Kerala

Um dos festivais mais pomposos de Kerala, Parippally Gajamela com mais de 50 elefantes lindamente decorados, juntamente com numerosos programas culturais. O festival é solenizado no Templo Paripally Kodimootil Sree Bhadrakaali, ponto religioso popular em Kerala.

Holi, 13 de março de 2017, por toda India

Holi, o Festival das Cores, significa o triunfo do bem sobre o mal. Todos os anos este festival traz muitas energias positivas no país com os indianos celebrando as cores exuberantes (gulal). De Lathmar Holi de Banaras a Phoolo ki Holi em Vrindavan e de Hola Mohalla justo de Punjab ao Holi real de Udaipur – cada região tem sua própria maneira de comemorar este festival vibrante na India.

Jaipur Elephant Festival, 13 de março de 2017, Jaipur, Rajasthan

Um evento único que traz a vibração da cidade de Jaipur. O evento conta com uma bela procissão de elefantes graciosamente adornados, correndo e jogando o polo real.

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Corumbau, a capital do sossego! Estadão

Veja as dicas da Mariana Goulart Hueb em visita ao Vila Naiá.

“Com poucas pousadas e a duas horas de viagem do aeroporto mais próximo, vilarejo no sul da Bahia nunca está cheio demais. A pedida ali é relaxar – ou fazer um dos passeios abaixo:

http://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,o-que-fazer-em-corumbau-a-capital-do-sossego,10000096564

 

 

 

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